Programação de agosto para a Sessão de Cinema Café Filosófico, da CPFL Cultura em Campinas
A vida dos outros

Quarta-feira, 06/08/2008, às 19h.
De Florian Henckel, Alemanha, 2006, Drama, 137 min
Sinopse: No início dos anos de 1980, o famoso dramaturgo Georg Dreyman e sua companheira de longa data Christa-Maria Sieland, uma popular atriz de teatro, são considerados por todos importantes intelectuais do estado socialista. O que ninguém sabe é que, secretamente, seus ideias são bem diferentes. Tudo muda quando o Ministro da Cultura se mostra interessado em Christa. Decidido a descobrir tudo sobre ela, o homem coloca um agente secreto para observar o casal. As descobertas do Ministro são ao mesmo tempo explosivas e fascinantes.
Filme de amor

Quarta-feira, 13/08/2008, às 19h.
De Julio Bressane, Brasil, 2003, Drama, 100 min
Sinopse: Três amigos Hilda, Matilda e Gaspar, populares e suburbanos, encontram-se no fim de semana em um pequeno e pobre apartamento no centro da cidade para estarem juntos, conversar, beber e sentir prazer. Algum prazer. Hiato em uma rotina dura e medíocre. Os três amigos pobres, inteligentes e de sensibilidade incomum, projetam seu imaginário em uma espécie de sonho embriaguez que os eleva a um estado de espírito para além do insalubre, do insuficiente, do insulso, dia-a-dia. Este encontro, contra-ponto amoroso à raiva cotidiana, é um antídoto à banalização da existência e um clamor a vida, maneira sutil e intensa de estar presente no mundo.
Moça com brinco de pérola

Quarta-feira, 20/08/2008, às 19h.
De Peter Webber, Inglaterra / Luxembruggo, 2003, Drama, 95 min
Sinopse: Uma jovem camponesa serve de inspiração para um renomado pintor, na Holanda do século XVII. Com Colin Firth, Scarlett Johansson e Tom Wilkinson. Recebeu 3 indicações ao Oscar.
Amor à flor da pele

Quarta-feira, 27/08/2008, às 19h.
De Wong kar-Wai, França / Hong kong, 2000, Drama, 98 min
Sinopse: Um ritmo de imagem, um ritmo de música. Contigüidades e ressonâncias de um cinema que cria a atmosfera de sugestão para os encontros afetivos. A suspensão das ações e paixões, com a ocultação das faces e dos corpos, estabelece as condições para encontrar o ato. O espírito do amor flui pelas entrelinhas e pelo interstício dos enquadramentos em “slow motion”. Wong Kar-Wai cria uma linguagem rítmica que acessa o ato de pensamento, ativando o expectador em uma espionagem do relacional.
Fonte: http://www.cpflcultura.com.br/.

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